sábado, 8 de julho de 2017

Promoção da Rádio (Agitando BDSM)

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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Cerimônia das Coleiras


Poucas coisas no BDSM são mais significativas do que a coleira usada por uma submissa que tem Dono. É o símbolo externo de compromisso feito entre um Dominador e uma submissa, uma marca de propriedade.

A submissa caminha em direção ao seu Dono e revela sua vontade de viver sua vida pelas regras do BDSM. "Senhor quero fazer do BDSM o meu estilo de vida".

O Dominador a aguarda com a coleira que será colocada na submissa. Toca um sino anunciando o inicio da cerimônia. A submissa caminha em direção ao seu Dono.

Um segundo sino toca... O Dominador entrega a coleira nas mãos da submissa.

A submissa com a guia na mão faz o seguinte juramento: "Eu O ofereço esta guia para que me guie e me dirija pela minha vida. É meu desejo pertencer ao Senhor e segui-lo por onde achar que devo".

O Dominador pega a guia da mão da submissa e declara... "Eu aceito esta guia como símbolo de sua entrega e prometo guia-la seguramente pelos caminhos da vida. Você me pertence e eu farei de tudo para protege-la em minha jornada".

O Dominador pede a submissa que se ajoelhe a sua frente e pega a coleira para colocar em seu pescoço. "Você ajoelha-se aos meus pés e aceita este símbolo de minha propriedade como uma marca para nós e para os outros que encontraremos em nossa jornada?"

A submissa se ajoelha, cabeça alta, porem olhos baixos. Será a ultima vez que será "pedido" para ela ajoelhar-se. "Me ajoelho como sinal de minha submissão e aceitação de sua coleira. Eu a usarei com orgulho por todos os meus dias, Senhor".

Ele então coloca a coleira e diz "Você agora me pertence".

"Eu agora Lhe pertenço, Mestre". É a primeira vez que a palavra Mestre será usada na cerimônia.

Dominador, então diz: "Eu aceito sua vontade de me servir e aceito os segredos de seu coração. Vou honrar seus desejos e necessidades. Você me pertence e é, portanto, parte de meu corpo, da minha alma e de meu destino".

Submissa... "Eu aceito suas condições e respeito os segredos de seu coração. Vou amá-lo e honrá-lo enquanto o sirvo da melhor maneira que conseguir. Abrirei minha cabeça e minha alma tendo certeza que quer sempre o melhor para mim. Minha submissão ao senhor é um presente dado com prazer e não deverá nunca se tornar um fardo. Sou agora parte do senhor e respeitarei isto, já que agora nós nos tornamos um".

O Dominador prende a guia a coleira e com um leve puxão, simbolizando a nova condição de Mestre e sub, "comanda" que ela levante-se. Os sinos tocam anunciando um novo vinculo formado. Ele a beija. O casal se abraça mostrando o afeto entre eles. O Mestre oferece uma jóia a ser usada quando a coleira é imprópria.

O encoleiramento é algo levado a serio na comunidade BDSM e o significado deste não deve nunca ser esquecido.

Símbolos

Submissa: carrega uma única flor a qual é ofertada ao Dominador.

Dominador: carrega uma chibata simbolizando seu papel no mundo BDSM.

Autor: http://www.reinodeka.com/conhecer/rituais/cerimonia-das-coleiras

Masoquismo



O masoquismo sexual vem acompanhado do conceito de sadismo sexual. Para que exista um masoquista é necessário que um sádico cumpra sua função para poder satisfazer o prazer do masoquista. O masoquismo sexual caracteriza-se pela excitação sexual que provem do ato real de ser humilhado e/ou golpeado, com pleno consentimento da pessoa. Este transtorno costuma começar na adolescência e tem uma evolução crônica. As consequências de tais atos podem ser fatais se não levar em conta os limites das agressões. A seguir, apresentaremos, como saber se sou um masoquista sexual.

Instruções:

1

Duração. Se durante um período de aproximadamente 6 meses ou mais, você teve fantasias sexuais recorrentes, impulsos sexuais ou comportamentos que impliquem o ato de ser humilhado, golpeado, ou de padecer qualquer tipo de sofrimento físico com seu consentimento, pode ser um indício da tendência de desenvolver condutas masoquistas.

2

Fantasias sexuais e impulsos sexuais. Estas condutas têm gerado inconvenientes em sua vida quotidiana, gerando uma deterioração em diferentes âmbitos como o profissional, social, familiar, etc.

3

Humilhação extrema. As fantasias que os masoquistas têm, costumam referir ao fato de ser violado, atado, golpeado sem possibilidade de escapar desta situação. Estas podem ser realizadas por outra pessoa ou por eles mesmos, de maneira que prendem a si mesmos, realizam autolesões, etc.

se limita às agressões físicas, mas também se refere à humilhação psicológica. É assim, que em muitas ocasiões são forçados a se vestir com roupa do sexo oposto, ser insultados e degradados.

5

Contexto. O masoquismo sexual ocorre dentro de um contexto no qual os papéis de cada um dos participantes (sádico e masoquista) estão previamente estipulados, existindo um mútuo consentimento a respeito deste fato.

6

Hipoxifilia. Em alguns casos, a excitação sexual é atingida através da privação de oxigênio, seja através da colocação de sacos plásticos na cabeça, a realização de nós ao redor do pescoço, entre outras. Esta costuma ser uma das práticas mais perigosas, já que a colocação inadequada ou qualquer imprevisto pode gerar a morte da pessoa.

(Retirado da internet - sem nome)

Evanessence - Lithium



quarta-feira, 5 de julho de 2017

Sub - Drop e Sub - Burnout


● Sub-Drop

Sub-Drop é um fenômeno tanto fisiológico quanto psicológico, que consiste na baixa de endorfinas e sentimento de privação em relação ao Dominante após uma sessão. Muitos tem dificuldade em identificar uma situação de sub-drop, principalmente por se manifestar de formas tão diferentes de pessoa para pessoa.

Principais Sintomas:

Sentimentos de depressão
Ansiedade
Sensação de separação ou distância entre submisso e Dominante
Fadiga
Tristeza
Dor
Irritabilidade
Depressão
Sensação de ressaca
Negação
Culpa
Medo
Sensação de solidão
Sub-Drop é um assunto sério e pode levar um submisso a depressão com apenas uma sessão, a liberação de endorfinas e opióides durante uma sessão deixa o corpo em um estado tão alterado que acaba levando tempo para o corpo conseguir reencontrar o equilíbrio certo dentro do sistema do sub.  Algumas pessoas tendem a se recuperar em questão de horas, mas outros exibem sinais de sub-drop durante semanas.

Geralmente as pessoas que estão em relações mais casuais e que não envolvem grande comprometimento, tem tendência menor ao Sub-Drop, a razão para isso é que as relações casuais não possuem o mesmo peso da intimidade que existe em relações mais longas. Devido a quantidade de energia e atenção dedicada ao seu Dominante e os limites que são testados com mais frequência, as cenas podem ser mais extremas. Relações muito casuais tendem a não se desenvolver dessa forma, fazendo com que a confiança e a necessidade de ultrapassar limites não seja tão pronunciada.

As emoções que podem surgir durante e depois de uma cena precisam ser resolvidas, não mantenha essas emoções presas. Escreva, converse e mantenha um canal de comunicação aberto com seu parceiro, ele pode te ajudar a superar essa fase. É importante que o submisso aceite que em algum momento isso pode acontecer e saiba identificar os sinais e talvez montar um plano de emergência para situações em que seu Dominador não poderá estar presente.

Já o Dominante deve se manter sempre alerta para esses sinais, geralmente em ocasiões onde ocorre um sub-drop, um cuidado pós-sessão mais intenso se fará necessário. Paciência é mandatória, esse é um dos momentos em que o bottom se sente mais vulnerável e geralmente é onde precisa de afirmação dentro do seu papel na relação. o Sub-Drop pode ser evitado com um acompanhamento regular ao estado do submisso, então atenção extra pode ajudar, seja saindo para tomar um sorvete ou apenas para jogar papo fora, não esqueça que esse não é o momento certo para exercer seu sadismo.

O importante aqui é se lembrar que esse estado é temporário e que se for abordado da forma correta será algo fácil de ser superado.

● Sub-Burnout

Definitivamente um dos tópicos menos conversados quando se entra no aspecto psicológico das relações BDSM

Apesar de não ser o mesmo que estresse pode ser resultado de acúmulo de stress, mas existe uma diferença. Estresse é pressão ou cobrança em excesso exercido sob uma pessoa tanto no aspecto físico quanto psicológico, Burnout é a sensação de vazio, falta de emoção, falta de motivação, falta de empatia com qualquer um ou qualquer coisa e incapacidade de enxergar um fim ou solução.

Pessoas que estão em uma relação emocionalmente intensas são mais suscetíveis a burnout e uma relação D/s é intensa.

Sub-Burnout é como um estado de exaustão física e psicológica causado por estress ou esforço prolongado. Sentimentos de estar sobrecarregado, de não conseguir preencher as demandas da vida e eventualmente a perda de interesse ou motivação que levou a pessoa a sua relação D/s

Sinais inciais de sub-burnout podem incluir todos ou qualquer dos seguintes:

Apatia
Exaustão emocional
Desafeto e isolamento
Irritabilidade
Frustração
Sentimento de estar preso
Falha
Desespero
O Dominante pode notar sintomas diferentes no submisso:

Falta de paciência
Sinais de surto
Tendência ao sono
Isolamento
Sensação de término do relacionamento
Falta de confiança no Dominante
Rebeldia contra o controle
Existem muitos fatores que podem levar a sub-burnout.

Muita interação D/s pode ser um grande fator, o constante estado de sub-space por fazer cenas demais ou lidar com muitos protocolos, ou seja muitos sentimentos para serem administrados.

Talvez o sub tenha aceitado muito mais do que pode lidar, muitos Dominantes exigem comportamento quase perfeito de seus submissos, e a luta constante para fazerem seu melhor pode ser estressante e difícil.

Alguns conseguem administrar suas vidas e compromissos melhores que outros, os que conseguem podem se sentir levemente estressados de tempos em tempos, mas eventualmente passa. Os que não conseguem lidar tão bem se sentem estressados e ficam sobrecarregados, especialmente se eles não tem a quem recorrer por ajuda, isso pode resultar em sub-burnout, onde todo dia é um dia ruim, toda tarefa é insignificante e nenhum dos seus esforços é bom o suficiente, e em consequência disso perde-se todo o sentido da relação.

Doença do Dominante por qualquer período de tempo, essa é uma situação onde o submisso não é apenas o “submisso” é um momento em que ele pode se tornar o tomador de decisões  o cuidador, enfermeiro,  secretário, chofer e várias outras coisas. Alguns desses papéis tão estranhos para o sub dentro de sua rotina normal da D/s e pode se tornar algo sobrecarregador, estar no comando mas não estar no comando, pois além dessas coisas existe a D/s e quando colocados nesse papel muitos tem dificuldade de lidar com o sentimento de troca de poder.

O que fazer para melhorar uma situação de sub-burnout?

Suporte, paciência  e compreensão
Comunicação com outros submissos
O submisso precisa entender o que está acontecendo e por  que.
O submisso precisa aprender a expressar seus sentimento, não apenas para o Dominante mas para os confidentes
O sub pode precisar de um tempo para si mesmo
Se possível, uma mudança nas relação durante alguns dias. Isso pode ajudar o sub a ver mais claramente.
Comer e descansar corretamente, já que cansaço e falta de sono podem ser causas.
Uma das grandes soluções pode ser encorajar seu submisso a escrever sobre o que sente, muitas vezes na escrita as coisas podem ser vistas com mais clareza.

Fonte: Cantinho da Eve (Blog)

terça-feira, 4 de julho de 2017

Prazer Carnal


Detenho-me por um momento
Interrompendo meus beijos
Para somente admirar seu corpo
Imagem de garota casta
Virgem, intocada e pura
Mas que agora anela
Mesmo com medo e cautela
Mas já sem pejo
Despe-se da candura
O desejo então atiça
Estremece ao ensejo
Do prazer e da cobiça
Pelos meus carinhos

Olho então
Para seus segredos de menina
Quedo-me contemplando
O fiel guardião encastelado
No vértice de suas coxas
Considerando com prazer
Que a mulher que existe em você
Está ansiosa para se descobrir
E merece ser ensinada
Na arte do amor sensual
Deve ser por mim guiada
Até os extremos do prazer carnal
Não só recebendo
Mas também ofertando
Carícias e afagos sem fim.

Warmien

sábado, 1 de julho de 2017

Te esperar


Silenciar
Os desejos suntuosos
Abrigados no lençol
Nu
Corpo
Regado ao luar
Esconde
Os seios fartos
Quadris largos
Tudo para te esperar...

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