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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Conselhos de Puta Velha


Não se esforce demais. O lingerie de seda, o perfume importado e o jantarzinho a luz de velas com vinho caro é para quem merece. Algumas mulheres têm mania de pegar um ficante que encontrou há a uma semana na balada, levar pra casa e tratar como um rei. Tratamento vip é para namorado firme e marido, se merecerem. Porte-se como uma joia rara e como tal não se doe facilmente para o primeiro que aparecer, não importa o nível da sua carência, seja valiosa.

Pare de ser tão boazinha. Abrir mão do que gosta, mudar o jeito de ser, deixar de se divertir, só porque começou um relacionamento e está apaixonada? Homem gosta de mulher com vida própria, orbitar em volta dele é receita certa para o fracasso, ele pode momentaneamente demonstrar que gosta deste estilo, mas logo se cansa. No fim você perde o namorado e os amigos. Sem contar que ele não vai abrir mão de assistir futebol para ficar com você. Use o mesmo critério para lidar com ele e no fim ele estará te acompanhando em tudo, feliz da vida, afinal é muito bom estar ao lado de pessoas que tem vida.

Pare com os joguinhos. Os casais perdem a oportunidade de se conhecer de verdade e sem máscaras. Está manjado demais transar só no terceiro encontro, não responder a mensagem antes de 60 minutos, só atender o telefone no quinto toque, fazer ciúmes sem necessidade e fingir que não dá a mínima. Encontrar o equilíbrio entre ser disponível demais e ser inacessível está difícil. Ninguém mais demonstra interesse e tesão pelo outro de forma saudável. Nunca sabemos se o outro não liga no dia seguinte porque não está interessado ou porque está se fazendo de difícil para valorizar o passe. Ter tato para não perder a dignidade e saber a hora de bater em retirada é importante, mas um pouco de transparência e sinceridade não faz mal a ninguém. Se for fazer joguinho, seja inteligente, crie novos truques, pois alguns já estão batidos demais.

Jamais se rebaixe. Não importa qual foi a traição, a culpa é do seu parceiro e não da “vagabunda” que ele comeu, a não ser que ela tenha colocado um revolver na cabeça dele. Essa história de mulher bater na amante é ridícula. Nenhum homem é digno de escândalos e manifestações públicas de ciúmes, isso inclui as indiretas nas redes sociais. Mesmo que tiver chorando lágrimas de sangue, fique em cima do salto, ninguém precisa saber da sua condição miserável, não dê esse gostinho para as inimigas e para algumas amigas falsas e invejosas. Aprenda, para algumas pessoas só contamos as vitórias!

Seja você mesma. A performance do filme pornô de quinta categoria não precisa necessariamente ir para sua cama, nada mais patético que a mulherada que finge orgasmo e ainda quer contar vantagem “ pras amiga”. Sem contar que se a coisa for forçada demais o homem percebe. Já ouvi depoimentos de caras que simplesmente brocharam em situações assim. Nada contra quem gosta do estilo e faz porque realmente gosta e está com vontade, mas tudo que é falso e feito somente para tentar impressionar o outro pode gerar efeito contrário.

A diferença entre ser feminina e mulherzinha. Homem quer ser homem, o chefe da casa. Suba na cadeira e chame o gato pra matar a barata, peça-o para abrir a conserva de azeitona e trocar a resistência do chuveiro (essa é uma lição que ainda não aprendi). Quando o macho alfa terminar, não esqueça de agradecer e elogiar tanta virilidade Não importa se você é presidente de uma multinacional e ganha cinco vezes mais que ele, seu parceiro vai adorar uma mulher feminina que o valorize enquanto homem e que o faça sentir-se útil (isso se ele merecer). A mulherzinha olha a marca do carro, dá golpe dá barriga e é manipuladora, faz escândalo por qualquer coisa, quebra as finanças do parceiro, requer atenção total, mas é afetivamente mesquinha, só recebe. Mulherzinha, ai que preguiça! Para os leitores que levam tudo ao pé da letra, é claro que esse é um exemplo, existem infinitas possibilidades para valorizar um homem, e não podemos limitá-los apenas a matadores de baratas e abridores de conservas.

Escolha bem seu parceiro use a razão não só o coração. A mulherada lutou e luta tanto por igualdade, mas hoje tem jornada dupla e até tripla para dar conta da vida profissional, casa, filhos e marido. Queria saber onde está a igualdade nisso, pois enquanto a mulher se desdobra, muitos maridos estão no sofá assistindo tv ou no bar com os amigos. Quando for se relacionar com alguém, antes de se envolver loucamente em um amor de pica sem fim, preste muita atenção na sogra, veja como ela trata os filhos. Dá tudo na mão, recolhe os sapatos e meias sujas pela casa, faz o pratinho de comida com o feijão em cima, lava as cuecas, defende cada um até a morte mesmo que estejam errados? Se for esse o caso, AMIGA CORRAAAAA! Caso contrário, você será uma forte candidata a Amélia emancipada.

O borogodó – Magnetismo pessoal e amor próprio vale mais que um corpo sarado. A mulherada está caprichando tanto no treino, na lipoaspiração e no silicone, mas o número de fracassos amorosos não diminui. Outra ala se sente gorda demais e sem autoconfiança para atrair o sexo oposto, mas também não faz nada para mudar. Existem mulheres que aparentemente não possuem nada de especial, podem até ser “feias”, porém, por alguma razão os homens caem aos seus pés. Esse magnetismo em algumas mulheres vem de onde? O que elas têm é independência emocional, se apoiam sozinhas, se bastam, tem outras metas além de agarrar um homem, estudam, trabalham, viajam e são felizes sozinhas ou acompanhadas. Não vivem carentes chorando pelos cantos, não são cheias de mágoas, não pegaram ódio dos homens por conta de decepções do passado. Aconteça o que acontecer, essas mulheres estão sempre de cabeça erguida e tem uma vida que não se limita apenas em se arrumar para encontrar um macho.

Seja uma puta entre quatro paredes e o que quiser na sociedade. Afinal o que é ser uma dama na sociedade? A Amélia emancipada devotada à família, a esposa renegada que trabalha que nem camela para dividir com o marido as contas de casa? Tem algo mais irritante que estereótipos do que é ser uma boa mãe e esposa? E a quantidade de cobranças que recebemos quando não atendemos esse modelo? E essa mulher resignada e atarefada, consegue ser o mulherão que os homens adoram entre quatro paredes? Claro que não! Conheço casais que nunca conversaram sobre suas preferências e fantasias sexuais. Tudo bem que não é fácil manter o tesão a todo vapor 100% do tempo, mas quanto vale o seu relacionamento? Será que ele não merece um pouco mais de investimento? Nem é tão difícil assim satisfazer um homem, faça bem feito, faça com gosto, mostre que ele é desejado (se ele merecer) nem precisa se pendurar no lustre e saber todas as posições do kama sutra, basta tirar algumas horas para dedicar exclusivamente a ele, com amor, carinho e uma pitada de sacanagem, por que não? Por ele sim vale investir no jantarzinho a luz de velas, no lingerie de renda e no vinho caro.




Esse título foi inspirado por uma grande amiga, prostituta aposentada, que acumulou uma experiência de vida que poucas vezes vi igual. Na verdade, ela tem a idade da minha mãe e sempre me deu conselhos dizendo: – Ouve o conselho dessa puta velha! Por incrível que pareça, toda vez que não seguia os conselhos dela me dava mal. Esta mulher até hoje tem em suas mãos tudo que quer e um poder de atração de dar inveja a qualquer ninfeta de 20 anos, soube investir todo dinheiro que ganhou e tem uma vida mais que tranquila ao lado do grande e único amor de sua vida. E quando pensamos em puta, pensamos logo em promiscuidade e vender o corpo, mas tem muita puta por aí mais digna e honesta que certas mulheres tidas como “damas da sociedade”, mas que já se venderam mais que tudo e por muito pouco. Histórias assim são para quebrar os paradigmas e fazer repensar alguns valores, sem contar que chacoalham os puritanos, as feministas e críticos de plantão.

Autor Desconhecido 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Discriminação do Peso


A Palavra BDSM para muitos de nós pensa que por ser uma comunidade com um alto teor de tolerância e aceitação com pessoas de mente aberta não vá ocorrer esses tipo de ''problema'' digo problema porque discriminação e uma situação muita chata que muitos ainda sofrem; aí eu digo que quem achou que estavamos livre disso estava redondamente enganado até mesmo aqui que anos atrás pensavamos que a comunidade BDSM está livre de pessoas com pensamentos antiquados e preconceituosos outros praticantes.

Muitas pessoas por estarem acima do peso sofrem também na comunidade, sofrer por conta de pessoas com pensamentos pequenos que não sabem muitas vezes guarda suas opiniões pra si e preferem destila o veneno por ai. Sabemos bem que isso não ocorrer somente no BDSM e sim em qualquer parte do mundo, já que temos um mercado escravizador que é o da beleza, esse influência a vida de qualquer um que esteja dentro ou fora do BDSM.

Não estou dizendo que você cuidar da saúde seja errado e engorda ou andar largados mas sim que devemos que guarda opiniões preconceituosas.

Algumas pessoas ao entrar no BDSM por muitas vezes já vem com aquele pensamento que encontrar as mesmas figuras retratadas nas imagens espalhadas pela internet, livros e filmes quando essa vêem a realidade não conseguem aceita que não temos modelos ou atrizes internacionais e sim pessoas normais como qualquer outra que estão praticando o que elas gostam realizando seus desejos e sendo felizes. Provando que muitos de nós não liga para essa questão de peso já que uma pessoa estando acima do peso pode proporcionar o mesmo prazer que aquela que é magra.

Eu mesma já sofri muito preconceito por ser gorda e ainda mas por ser praticante, já ouvir muita barbaridade em sessão e forra delas também. Mas nenhuma delas me fez desistir de ser o que sou porque também, recebi muitos elogios e esses sim valem a pena nenhuma pessoa merece ser tachada por ser gorda, magra, alta, baixa, negra, branca, parda, azul, rosa ou verde as pessoas deveriam respeitar o outro não importa se ele é do seu agrado.

Uma vez ouvir de um Top a seguinte frase: ''Você é uma pessoa linda sim, gostosa sim e nunca pode permitir que outros lhe diminuem por ser gorda, então olhe primeiro pra você e veja quão linda é.''

Uma coisa é certa somos lindas (os) sim se você primeiro olha pra si antes de esperar que primeiro os outros falem você deve deixar isso claro em sua mente todos os dias, acredite que você pode ser o que quiser, praticar e realizar todos os seus fetiches porque sempre terá quem participe desta fantasia. BDSM deve ser sim uma comunidade sem preconceito, sem achismo e mimimi porque estamos todos aqui pelo mesmo ideal sermos FELIZES.

BDSM ainda virtual


Não me surpreende, nem muito menos condeno o grande número de adeptos ainda virtuais do BDSM. Muito pelo contrário. E explico meu ponto de vista:

Inicialmente devemos expurgar das estatísticas e de minhas explanações alguns “aliens”, mais comuns em fins de semana, como os que erram a porta das salas de antropofagia e zoofilia e adentram nos chats de BDSM com a esperança de “comerem uma gatinha”.

Também. desconsideremos aqueles que buscam e se agradam especificamente e somente do chamado “sexo virtual” (não confundir com “virtual”, que abrange também conversas, amizades, pesquisas, etc... e faz parte de nossos contatos na net para conhecimento e aprimoramento do BDSM). Nada contra o sexo virtual, mas quem o objetiva exclusivamente (e não como parte/complemento de uma relação BDSM) está buscando somente um prazer solitário à distância e não uma prática BDSM. Ao menos que seja possível um Bondage com o fio do mouse e um teclado que dê choque. *RRR

Sarcasmo à parte, sobraria na estatística ainda um grande número de pessoas “somente ou primordialmente” virtuais. Não no sentido de objetivar exclusivamente a prática de sexo virtual citado acima, mas aquelas que – praticando-o ou não - conversam sobre o assunto, fazem amizades e tentam descobrir mais sobre o universo BDSM, mas que, por motivos variados, não tem a pretensão ou ainda não conseguiram passar para o real.

Os motivos são diversos: Desde a fidelidade com o parceiro baunilha até a comum prática de se vender uma imagem virtual totalmente dispare da real, impossibilitando uma apresentação pessoal.

Mas há um motivo importante e compreensível para a manutenção de tantas pessoas ainda no virtual: “RESPONSABILIDADE”.

Sim, responsabilidade. Muitas pessoas que hj freqüentam os chats e os meios BDSM acabaram de descobrir este universo, ou quando muito, hj. sabem onde procurar dados, conhecimento e pessoas que tenham as mesmas afinidades que antes julgavam exclusivas, vergonhosas, solitárias ou excluídas do universo real.

Existe até quem descobriu a existência do BDSM nos chats e imagina(va) que ele só existia no virtual. Tem mesmo ! Mais de uma vez já ouvi uma pergunta espantada: “Vcs. fazem essas coisas de verdade mesmo ?????” *RRR

Mas mesmo estas pessoas estão hj. descobrindo este universo ou dele se aprofundando mais. Por isso, por uma questão de RESPONSABILIDADE, é natural e louvável que elas antes de mais nada descubram se suas fantasias povoavam somente seus sonhos noturnos ou se são um dom que necessita (eu disse necessita !) ser praticado.

Assim, é através do “virtual” (conversas, pesquisas, ensinamentos, trocas de idéias, etc) que estas pessoas (possíveis novos BDSM reais em potencial) podem se descobrir e a seus dons, seus estilos, gostos, limites, anseios, desejos e aquilo que realmente querem para si e o que pode se aplicar a seu ser real. Ou então, descobrem que o BDSM era apenas uma fantasia a ser descartada ou não vale a pena (pq não ? Baunilhas convictos existem sim, e nada demais que eles tenham um deslize de sonharem poder ser fetichistas, constatando em seguida tratar-se apenas de um devaneio). Ou mesmo – o que tem sido comum – descobrem que os praticantes desta fantasia que lotam as salas de chat são pessoas com uma maturidade um pouco acima da média das demais salas de “sexo” e ali começam a surgir e se travar boas amizades (independentes do BDSM), sejam apenas virtuais ou que passam tb para o real. E assim estas pessoas, mesmo alheias à idéia de se tornarem BDSM reais, permanecem nos chats por conta do grupo de amigos que formaram, até mesmo participando de eventos BDSM . Conheço muitos freqüentadores de chats que nunca tiverem e nem pretendem ter uma sessão, mas já foram a encontros BDSM e a bares temáticos ver “os amigos”.

Enfim, também é no virtual que aqueles que já se conheciam BDSM e já haviam até mesmo praticado-o, podem conhecer outros adeptos, trocar idéias, aprender mais, evoluir e, claro, angariar parceiros. E neste ponto, os chats foram um marco para o BDSM. Quem o praticava antes da internet se lembra das grandes dificuldades em se encontrar uma cara metade.

Mas voltando à responsabilidade, passada esta etapa de auto-conhecimento, quando estes novos adeptos ainda virtuais se assumem BDSM, teríamos então mais uma fase de “aprendizado”, onde os novatos irão se conhecer, evoluir técnicas, definir seus limites, anseios, etc... E finalmente, a tarefa – pasme-se – ainda a mais difícil: encontrar o parceiro.

Quem vê o grande numero de freqüentadores de chats de BDSM e o numero de títulos honoríficos que povoam a lista de nicks imagina que encontrar um Mestre, um Lord, um Mentor, um Dono, ou uma escrava, uma cadela, uma serva, uma submissa, etc, é uma tarefa que pode se desenrolar em poucas linhas de conversa no meio daquela multidão de adeptos assumidos, experientes, sedutores e atraentes da lista de nicks... Ledo engano.

Tirando uma maioria esmagadora que sabe tanto quanto nada, e o pior, a grande massa de “desonestos” (clique aqui para a definição), sobram pouquíssimos verdadeiros Mestres e verdadeiras escravas.

Assim, quando falo em Responsabilidade, falo que encontrar um Mestre ou uma escrava não é como uma paquera de boate, onde de um beijo, um sarro e uma química, vemos o nascer do sol numa suíte de motel perguntando o nome do parceiro. Para o BDSM é necessário bem mais que simplesmente atração e desejo. É preciso confiança, segurança, responsabilidade, maturidade entrosamento, cumplicidade, compatibilidade de estilos e muito, muuito cuidado para não se cair nas mãos erradas (falo dos Mestres tb. Pois não é impossível a algum deles acabar numa delegacia de mulheres ou ameaçado/chantageado se escolher afoitamente uma escrava errada). Ao contrário daquele casal que sai do Motel de manhã e que, caso a camisinha não tenha estourado, não hão de ter maiores conseqüências para seus atos, o BDSM pode trazer seqüelas psicológicas e até físicas e sociais se praticado com pessoas curiosas ou inescrupulosas ou da forma errada.

Assim, se já não bastasse a longa jornada da descoberta do BDSM e do auto-conhecimento, chegando à descoberta do próprio estilo e anseios, além da eterna evolução no BDSM, mesmo após já ter certeza de que se busca o real, a dificuldade em se encontrar um parceiro confiável e compatível faz com que muitas pessoas coerentemente permaneçam ainda no virtual. E digo coerentemente, porque é melhor o exercício da paciência e a resignação a uma ato de joeirar que pode levar meses ou anos que acabar numa malfadada (e traumatizante) experiência com uma pessoa escolhida afoita e erroneamente.

Mas não me interpretem mal. Mais condenável ainda são aqueles que se assumiram, encontraram seu parceiro e mesmo assim ainda se mantêm inexplicavelmente indecisos ou receosos (mas reconheçamos, eles são uma minoria).

Porém, torno a lembrar que o meio virtual BDSM ainda é novo. E muuitas pessoas já se descobriram e passaram para o real nele e evoluem a cada dia. Conheço ex-mestrelhecos virtuais debochados que hj. São verdadeiros Mestres reais sérios e também ex-baunilhonas que hj. São grandes escravas. Assim, acredito que quanto mais verdadeiros BDSM existirem e povoarem este universo (e este numero cresce a cada dia), mais rápida poderá se tornar esta passagem do virtual para o real (pela existência de um numero maior de opções de parceiros confiáveis) e assim, permanecerão no virtual apenas aqueles aliens e aquelas pessoas que tenham um verdadeiro impedimento para a prática do real. Porém, repito que é melhor um numero grande de adeptos ainda virtuais, que um contingente de pessoas decepcionadas que se afastam do BDSM por terem se traumatizado com uma malfadada experiência real feita às pressas, sem convicção e auto conhecimento, e/ou com uma pessoa mal escolhida.

É a minha opinião.

Jot@SM

terça-feira, 20 de junho de 2017

Um Pouco Sobre Dominação Psicológica


A Dominação psicológica é uma prática que o Top precisa ter muita dedicação e tempo para que possa conhecer bem quem ele esta dominando e assim ter eficiência na cena. Aproximação deve ser feita sem mostra o interesse a parte que será dominada, na aproximação primeiro deve começar uma boa conversa e com ela ganhar a amizade para que possa identificar quais assuntos abordar e começar a conhecer mais sobre a vida do bottom, o Top deve buscar os medos, vontades, limitações, desgostos, pessoas que admiram e que não suportam assim cada vez mais o Top vai aprofundar no seu objetivo é também com esse conhecimento ele poderá eliminar as partes ruins e assim ganhar a confiança da pessoa.
O imprescindível que o Top nesta fase seja atencioso e extremamente responsável,  pois ele estará se dedicando a uma pessoa que com o tempo vai depender de atenção e cuidados já que ele estava subjugando o inconsciente do bottom, não havendo uma dedicação por parte do Dominante ele(a) pode perde o controle sob a peça podem ocorrer seqüelas irreversíveis

Por este fato é imprescindível que o Top deve estimular coisas positivas mostrando ao bottom pontos fortes, qualidades e manter a autoestima elevada sempre buscando colocar o bottom em uma fase essencial que ele se sinta forte e confiante para que não ocorra os declives. O Top nunca vai busca a regressão de sua posse, pois o seu maior apreço e ter ela como um grande tesouro valioso, assim quando esta nesta fase de fortaleza o bottom se sentirá dependente do Top e o prazer que ele sentirá próximo daquele que o faz bem será maior a cada dia e assim vem a confiança e o Top verá que a sua vez de agir e certa.

O Top pode iniciar os estímulos psíquico com o bottom provocando reações adversas seja as vezes com contatos diários e frequentes para mostra presença ou até mesmo provocar períodos de ausência para aquela pessoa causando Saudades e dependência afetiva e com isso o Top vai conseguindo seu objetivo por este fato a paciência e o tempo devem ser seus amigos obuse de sua dedicação, antenciosidade e seja solicito ao bottom e de suma importância manter a chama acesa já que seu objetivo é dominar e não destruir o psicológico de uma pessoa. Com isto o bottom sente confiança e dependente do Top até mesmo em momentos de se aconselhar, pedir ajudar para coisas simples do dia-a-dia e ao seu comando ela dependente seus domínios assumindo grandes necessidades de cuidados e proteção.

Nessa prática se não tomarmos as devidas precauções os pseus dominantes se aproveitam muito desta prática para desmerecer o bottom e trazer grandes seqüelas que por muitas vezes são irreversíveis para a vida da pessoa, subjugando o psicológico do bottom a cometer a perda da confiança em si e com isto eles dominam sua vida visando usufruir de bens matérias como dinheiro casa, carro e até fazendo você se afastar de família e amigos que possam te ajudar a se livrar desta situação. Esses são os aproveitadores que usam da dominação psicológica para cometer crimes; por este fato todo cuidado é pouco sobre quem você deva se sub

quinta-feira, 8 de junho de 2017


Teu corpo cobra quando enrola no meu
Tua pele brasa, teus seios carne, desejo.
Teus lábios sensuais me enfetiçavam
E aonde vou beber o pecado
Tuas mãos macias brincam em mim
Como o vento brinca com as flores de um jardim.
Teus olhos escuros, insinuam promessas,
Dessas que se misturam com o amor e a paixão que nos domina.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

O Que é Switcher?


Switcher, ou simplesmente SW, é uma pessoa que sente prazer tanto com a posição de dominante quanto de dominada. Dentro do SM, é uma pessoa que gosta tanto de receber dor quando de infligir dor.

Há uma variedade grande de SW. Há, por exemplo, duas de SW, em que os papéis trocam a cada sessão (ou seja, quem foi dominante numa sessão, será submisso na outra).

Algo que tenho observado com frequência são mulheres que são submissas com relação a homens, mas dominadoras de mulheres. Provavelmente por identificarem os homens como dominadores, não se conseguem ver dominando-os.

Há casos, no entanto, que SWs dominam e são dominadas tanto por homens quanto mulheres (embora isso me pareça mais raro).

Em alguns relacionamento desse tipo o dominador tem poder também sobre as peças de sua SW e há casos em que as situações são separadas. Em outras situações, a SW consente em dominar na frente de seu dono, mas ele fica impedido de tocar em suas peças.

Da mesma forma que os bissexuais, os switchers sofrem preconceito por parte de algumas pessoas do meio BDSM, pois são vistos não como submissos ou dominadores de verdade.

MestreSade